Imagem de ilustração - créditos: IA
21-06-2026 às 07h40
José Altino Machado (*)
Tenho assistido alguns pedaços de jogos da Copa do Mundo, nova versão 2026, incríveis 528 homens em conflito tantos os times em disputa. Qualidade dos jogos, fraquinha, fraquinha. O que evidentemente proporciona brilharem gente como Messe, Mbappé, Cristiano e alguns outros mais para jurássicos que atletas.
Porém, parece que o mundo aprendeu a jogar futebol, acabando com a mamata brasileira, argentina, alemã, uruguaia nada digo. Agora é pau lá pau cá.
Entretanto, há algo de encantador nesta Copa em cozinha americana. A plateia… Nenhum jogo, nem dos mais humildes escretes, aconteceu com pobreza de público. Isto, num momento impregnado de violentas disputas guerreiras acompanhadas por históricas rivalidades, mas tendo sempre como maiores motivos, o econômico.
Em jogos brasileiros, arquibancadas e camarotes se tornam repletos de amarelinhos. Como velho ocupante amazônida, sabedor do secular motivo da cor amarela, inclusive no pendão nacional, por ouros encontrados, me sinto orgulhoso pelos extrativistas, por conhecer e ter vivido em comum aos trabalhos desbravadores destes homens de fibra. Bem diferentes de atuais políticos governantes e até mesmo dos boleiros atuais, tão pipoqueiros, como temos visto.
E que bagunça se transformou o admirado esporte nacional da bola. De cara já damos atestado que não mais entendemos de “porra” nenhuma do esporte bretão.
Verdade, importamos das europas, um moderno “entendido” em esferas rolando nos gramados. E o cara ganha algo que dá para comprar alguns times completos na presente disputa. Não o esquadrão brasileiro, lógico, cujos integrantes, estão sempre a correr atras de paridades financeiras tais, ao italiano.
Tenho mesmo a lamentar este meu sentimento de descrédito em e a tudo que agora tem ocorrido na nação brasileira, a começar da baixa credibilidade do país ao mundo exterior, além da área do desporto.
A culpa pode até ser dele, Lula, por haver dado espaço para isso, mas não gostei nada da forma e da conduta que o loirão americano tratou nosso presidente, neste tal G7, afinal ali ele era o Brasil convidado; também verdade que foi a chamado.
No mínimo imagino, ter sido o meninão Macron, para mostrar aos demais que manda “ni nóis tudo”. Ridículo e constrangedor, ainda mais havendo chegado com aquele chapéu de sambista em velório.
Pior, sequer, segundo soube não o deixaram adentrar a sala magna da reunião. Falhou e faltou cuidado do aspone que lhe sopra aos ouvidos as relações internacionais, cujo nome me parece Amo-vem amim. O que deixa claro que instrução e poder em cargo não trazem eficiência.
Mais triste fico ao verificar que tudo em nós se apequenou. Até a moral daqueles que tanto apregoam tê-la. Estamos permissivos quanto a grandíssimos vigaristas poderosos, perante a uma inteira sociedade brasileira.
Não estão se dando conta do tamanho prejuízo que o próprio Congresso Nacional, nossos representantes, tem em semear a imoralidade pública. E os efeitos germinados por tais plantios, provocam danos extremamente difíceis a serem reparados. A começar das…
Malditas EMENDAS de usos abusivos pela Côrte presidencial. Estabelecidas ficam os sentimentos de pouca vergonha e de impunidades. Atingindo comportamentos inconvenientes quanto a manutenção de lisuras a bens e tesouros públicos, desde vereadores, prefeitos, deputados e senadores, como agora se tem assistido.
Muitos alardeiam a separação dos poderes e seus recíprocos respeitos. Isso valia, mas não vale mais nada. A própria justiça, hoje inteiramente comprometida, impregnada pelos amigos do peito ou das tetas presidenciais e ainda apregoando não existir interferências.
Nosso atual presidente vem há tempos, em descarada campanha à reeleição em todos os meios de comunicações. Não só fora de época, mas como visto veio vindo até ainda fora do ano eleitoral. E com dinheiro público.
Procuradores, juízes supremos e até aqueles partidos “esquerdológicos” useiros e vezeiros, junto a ONGs em tantas ações públicas, se escafedem quando o malfeito é dele, o populista supremo, senhor Luis Inácio Lula da Silva… Não abandonam a boquinha nem se muito errado o “patrão” estiver.
Interessante, que nossa Nação tem gigantesco número de quem trabalha, produz e acaba pagando por toda a mixórdia e tais exemplos não valem de nada. Tem causado vergonha no Brasil ser honesto, ser trabalhador e, principalmente, ser daqueles independentes dos penduricalhos do Estado.
O estado do Pará, passou a abrigar o pequeno rebanho do filho do paizão, coisa só de 510.000 mil cabeças. Logo após separação a um gênio financeiro, a família da política dominante no estado, deu-lhes benvindas, a troco de três ministérios.
Algumas dessas vaquinhas, estariam na famosa “terra do meio”, onde hoje o maioral manda despejar pequenos colonos assentados há mais de 50 anos por governo de maior seriedade.
E o cidadão ainda dá um jeitinho, de a um canto de um jornal de grande penetração nacional, comunicar sua partida para a Espanha e que nunca foi parceiro da Agropecuária Santa Bárbara, sendo apenas um pobre coitado formado em química.
Ele sim, deveria ser técnico da seleção brasileira, afinal a química que ele faz, para andar no melhor e mais rápido dos jatinhos e ainda conseguir que papai não permita que lhe quebrem o sigilo bancário, pois sim, talvez mais que técnico, pelo currículo, poderia ser o centro avante da malandragem de gigantismo amazônico.
Sem dúvida nenhuma, só faltava mesmo a diversão maior do grande circo preferido do brasileiro entrar a dançar quadrilhas. E como tem atores e dançarinos…
Não sei se verdadeiro, mas dizem os fofoqueiros internetianos, que até o presidente do órgão maior levou amantes para as pelejas das bolas. Uma a cada base. Outros, que tem irmão de ministro alto no meio da esbórnia.
E por fim, tem jogador da camisa amarelinha bom demais do lado de fora, porque seus pés, com tênis e calçados não chutam bolas que não a de seus sacos. Bem, por isso, acredito que vai dar tragédia, e de aventureiros, voltarão arrependidos.
Sei não, me parece, também, o Brasil se acabou, perdendo a vergonha e tomando uma goleada da má fé e da corrupção.
Só não me vou embora para Pasárgada, porque vai que o rei de lá esteja contaminado por dirigentes de quaisquer coisas, que por lá passaram e não me deixarem deitar com quem eu escolher e arranje alguma “muié parecida” ao conquistador daquela moça loira bonita.
Acorde e se levante Brasil, gigante indolente e preguiçoso…
Belo Horizonte/Gov.Valadares/Macapá 21/06/26
(*) José Altino Machado é jornalista
Nota: A opinião de nossos colunistas, cronistas e comentaristas não reflete, necessariamente a opinião do jornal Diário de Minas

