Livro, "Charada do Fim do Mundo" - créditos: Rogério Reis Devisate
25-04-2026 às 08h00
Por Samuel Arruda*
A Bienal do Livro Bahia 2026 reafirmou, mais uma vez, sua posição como um dos maiores encontros culturais do país, reunindo milhares de leitores, escritores e intelectuais no Centro de Convenções de Salvador, entre os dias 15 e 21 de abril. Com o tema “Bahia: identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”, o evento ampliou sua duração e diversidade, consolidando-se como um espaço vibrante de diálogo literário, formação crítica e valorização da cultura brasileira.
Durante os sete dias de programação intensa, a Bienal apresentou mais de 100 horas de atividades, incluindo debates, lançamentos, sessões de autógrafos e experiências imersivas, além de reunir centenas de autores e profissionais do livro em uma verdadeira celebração da literatura contemporânea.

Entre os grandes destaques desta edição, o escritor Rogério Reis Devisate, colunista do Diário de Minas, conquistou atenção especial do público e da crítica com sua obra mais recente, o instigante livro “Charada do Fim do Mundo”. A publicação foi apontada por participantes da Bienal como uma das mais provocativas da atualidade, combinando reflexão social, suspense e uma abordagem contemporânea sobre os dilemas da humanidade.
A recepção ao livro foi marcada por elogios à profundidade narrativa e à capacidade do autor de dialogar com os desafios do mundo moderno, em sintonia com os debates promovidos no próprio evento — que abordaram desde os impactos da era digital até questões sociais e culturais emergentes.
O reconhecimento também veio da direção do jornal Diário de Minas. O diretor-presidente, Soelson Araujo, que também é jornalista, escritor e membro da ALVA – Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha;destacou a relevância da obra e o talento do autor, classificando “Charada do Fim do Mundo” como “uma produção literária corajosa, necessária e absolutamente conectada com o nosso tempo”. Segundo ele, Rogério Reis Devisate representa uma voz lúcida e comprometida com a reflexão crítica da sociedade contemporânea, elevando o nome do jornal no cenário cultural brasileiro.

A presença do escritor na Bienal reforça não apenas o prestígio de sua obra, mas também a importância da produção literária nacional em espaços de grande visibilidade. Em meio a um evento que busca democratizar o acesso à leitura e valorizar novos autores, sua participação simboliza o encontro entre talento, relevância e oportunidade.
Assim, a Bienal do Livro Bahia 2026 não apenas celebrou a literatura, mas também consagrou nomes que ajudam a construir o pensamento crítico do país — entre eles, Rogério Reis Devisate, cuja obra se firma como leitura indispensável no cenário atual.
*Samuel Arruda é jornalista e articulista

