Ilustração - créditos: IA Zé Altino
05-04-2026 às 07h40
José Altino Machado (*)
Enquanto forças de nosso governo, ostensivamente continuam a promover autêntica compra ilegal e absurda na antecipada política eleitoral no país, amealhando a si, toda a bandidagem política existente, mesmo já o tendo feito, republico por distinção a ele, governo, o presente comunicado:
Eis o relatório de planos terroristas sigilosos, a nós enviados do Rio de Janeiro, via internet, por editor de importante revista daquela cidade: – Documentos mantidos em segredo pela “polícia federal” do Brasil revelam que organizações terroristas árabes, teriam ordenado a execução de um atentado no Brasil.
O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, “estátua-símbolo dos infiéis cristãos”. Os registros da polícia dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 01 de agosto, às 21h47m, num voo da Air France. A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada, seguindo num voo para o Paraguai.
Após quase seis horas de labuta os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte e com intérprete. Consta que apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, e que o motorista ao perceber que eram estrangeiros rodou por duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, parou o carro e com três cúmplices os assaltaram e os espancaram.
Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro, conseguindo assim chegar a um hotel em Copacabana, graças a treinamento de ocultação terrorista na Palestina.
Alugaram um carro e logo se perderam na cidade entrando para o lado da Rocinha onde o carro foi totalmente metralhado sendo que mais uma vez, graças ao treinamento, se safaram. Às 12:30, raivosos, voltam ao aeroporto, determinados a sequestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentaram um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve – e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios foram roubados em um arrastão.
Por fim, às 15h45m chegam ao Galeão para sequestrar um avião.
Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas. Os árabes são conduzidos à delegacia da “polícia federal” no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, pois que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos. Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05 novamente no aeroporto, se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens. Mas, o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os voos da companhia estão cancelados.
Eles, então, discutem entre si: começando a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto e no mais barato. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções equinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.
Domingo, 18h20h: os homens do Hezbollah saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária, e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida, um tal “Pé de Mesa” até abusa sexualmente deles.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se dane!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorreia no setor reto-funicular inchado. (Pé de Mesa não perdoa!).
Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Retornam a pé. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo, “de lado”, debaixo da marquise de uma loja.
A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que saírem da UTI, serão recolhidos ao setor de imigrantes ilegais em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos infelizes, se verba houver, claro.
Os dois, hoje, deportação não resolvida decorridos dois meses, assumidos, realizaram o primeiro casamento homo oficial entre árabes do Estado Islâmico, convidando para testemunha o referido Pé de Mesa; e já desaconselham terrorismo no Brasil, de novas políticas, devendo sugerir, entretanto, um convênio com o
Rio de Janeiro e o próprio Brasil, para treinamento especializado ao pessoal árabe/islâmico/terrorista Hamas! Só não desejam no ministério de meio ambiente, por acharem que é crueldade demais, embora invejem a impunidade.
É o que consta nos arquivos; e relatório de Polícia não se discute, se aceita e publica-se…
BH/GV/Macapá-05/04/2026
(*) Jose Altino Machado é jornalista
e-mail: zealtino@uol.com.br

