17-10-2026 às 08h20
Fernanda Ventura*
A repercussão do câncer de pulmão do papa abre espaço para discutir uma doença que está entre as principais causas de morte por câncer no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados 35.380 novos casos por ano entre 2026 e 2028.
Apesar da associação com o tabagismo, o câncer de pulmão também pode atingir pessoas que nunca fumaram. Outro desafio é que a doença costuma apresentar poucos sintomas nas fases iniciais, o que pode dificultar sua identificação precoce.
Erika Simplício, oncologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo pode abordar:
- Por que o câncer de pulmão pode evoluir silenciosamente e quais sinais exigem atenção;
- O que é o adenocarcinoma pulmonar e quais são suas principais características;
- Por que a doença também pode atingir pessoas que nunca fumaram;
- Como o diagnóstico precoce influencia as chances de tratamento e cura;
- Quando um nódulo pulmonar precisa ser investigado;
- Em quais situações a cirurgia para retirada de parte do pulmão é indicada;
- Quais são os avanços no tratamento, incluindo imunoterapia e terapias-alvo;
- Como a idade e as condições clínicas influenciam o tratamento em pacientes acima dos 70 anos;
- Quem deve realizar o rastreamento com tomografia de baixa dose e quais são as recomendações médicas.
A especialista também pode esclarecer quais fatores influenciam o prognóstico e por que a descoberta da doença em estágios iniciais pode fazer diferença na evolução do paciente.
*Fernanda Ventura é da assessoria da Contato Press

