Submarino nuclear brasileiro - créditos - Estratégias militares
29-03-2026 às 14h40
Direto da Redação
O uso de tecnologias nucleares nos setores de defesa e energia foi recomendado pelo diretor-geral de desenvolvimento nuclear e tecnológico da Marinha do Brasil (MB), almirante Alexandre Rabello de Faria, como instrumento de fortalecimento da soberania nacional.
A defesa relacionada ao uso de tecnologias nucleares ele a fez durante o Nuclear Summit, que aconteceu no Rio de Janeiro (RJ). Enfatizou que o domínio da tecnologia é tido como estratégico e com aplicações que extrapolam o campo militar.
O almirante Alexandre Rebello acentuou, na ocasião, a importância do submarino de propulsão nuclear, considerado como um dos principais projetos estratégicos do País.
A tecnologia, como ele disse, assegura maior autonomia, velocidade e capacidade de resposta, em caso de necessidade, se comparado aos submarinos convencionais. Além do que amplia o poder de dissuasão e a vigilância em áreas de interesse nacional, como a “Amazônia Azul”.
É importante destacar, o referido debate aconteceu em um contexto de valorização da energia nuclear na área energética, o que é defendido também por gente integrante do governo federal como alternativa para garantir segurança no abastecimento.
Mas o projeto do submarino nuclear enfrenta desafios, embora seja de relevância estratégica, em termos de financiamento. Entretanto, continua sob monitoramento internacional.
Monitoramento este que inclui as salvaguardas da Agência Internacional de Energia Atômica, quanto ao acompanhamento do uso de material nuclear e cumprimento das normas globais.

