Créditos: Divulgação
05-05-2026 às 10h22
Direto da Redação*
Um avião de pequeno porte caiu na manhã/início da tarde desta segunda-feira, 4 de maio de 2026, em Belo Horizonte (MG), provocando mortes, feridos graves e forte comoção. A aeronave, um bimotor com cinco ocupantes a bordo, atingiu um prédio residencial no bairro Silveira, na região Nordeste da capital mineira.
De acordo com informações confirmadas por autoridades e equipes de resgate, o piloto e o copiloto morreram no local após o impacto. Outras três pessoas foram retiradas com vida das ferragens, em estado grave, sendo encaminhadas ao Hospital João XXIII.
Horas depois do acidente, foi confirmada a morte de ao menos um dos feridos, elevando o número de vítimas fatais para três. Outras duas pessoas seguem hospitalizadas.
Entre as vítimas está o piloto Wellington de Oliveira Pereira e passageiros, incluindo um empresário e o filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha (MG), o veterinário Fernando Moreira Souto.
Segundo relatos iniciais, o avião decolou do aeroporto da Pampulha com destino a São Paulo, mas apresentou problemas logo após a partida, perdendo altitude rapidamente.
Testemunhas afirmam que a aeronave atingiu o terceiro andar de um prédio antes de cair no estacionamento do imóvel. Apesar da violência do impacto, não houve mortes entre moradores, que foram evacuados a tempo.
Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e socorristas atuaram rapidamente no local, isolando a área e evitando risco de explosão devido ao vazamento de combustível.
As causas do acidente ainda são desconhecidas. A investigação ficará a cargo de órgãos ligados à aviação civil, que irão apurar possíveis falhas mecânicas, erro humano ou outras circunstâncias.
Informações preliminares indicam ainda que a aeronave não tinha autorização para operar como táxi aéreo, o que também será analisado pelas autoridades.
O acidente gerou forte repercussão em Minas Gerais e no país, tanto pela gravidade quanto pelo fato de ter ocorrido em área urbana densamente povoada. Relatos de moradores descrevem momentos de pânico, com explosão, estilhaços e sensação de “fim do mundo” no momento da queda.
Especialistas avaliam que o piloto pode ter tentado evitar danos ainda maiores, desviando de outras construções antes da colisão final.

