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22-04-2026 às 15h44
Iara Soriano*
A cafeicultura segue como uma das atividades mais relevantes do agronegócio brasileiro, mantendo o país na liderança mundial na produção e exportação do grão. Para a safra 2026/27, as perspectivas são positivas, impulsionadas pela entrada de novas áreas e favorecidas pelas condições climáticas e pelo avanço tecnológico no campo. Estimativas da Safras & Mercado indicam que a produção brasileira pode alcançar o recorde de 75,65 milhões de sacas de 60 quilos. Já a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma colheita de 66,2 milhões de sacas, um crescimento de 17% em relação à temporada anterior.
Com a colheita já iniciada em algumas regiões e ganhando ritmo entre maio e junho, especialistas reforçam que este é o período em que se consolidam os resultados das estratégias adotadas ao longo do ciclo.
Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, João Silvatti, um dos principais fatores para sustentar altos níveis produtivos está diretamente relacionado ao controle eficiente de pragas, doenças e plantas daninhas, que são importantes agentes de perda de produtividade nos cafezais. “Além disso, o monitoramento constante das condições climáticas, aliado às boas práticas agrícolas e ao uso de tecnologias eficazes, é fundamental para garantir a formação de frutos de qualidade e uma safra bem-sucedida”, afirma Silvatti.
Em um cenário de maior volatilidade de preços, o manejo eficiente se torna determinante não apenas para a produtividade, mas também para a rentabilidade do produtor. “A cafeicultura exige atenção contínua, com decisões assertivas em cada fase do desenvolvimento da cultura. Estamos em uma janela estratégica para o planejamento da próxima safra, e as escolhas feitas neste período são fundamentais para o potencial produtivo das lavouras. Nosso compromisso é oferecer soluções cada vez mais completas, que contribuam diretamente para a produtividade, a sustentabilidade e o resultado econômico”, ressalta o engenheiro agrônomo.
Desafios exigem planejamento e manejo estratégico
Segundo especialistas da Conab, a produção de café segue o ciclo da bienalidade, no qual um ano de safra cheia (conhecido como bienalidade positiva), costuma ser sucedido por um período de menor produção (bienalidade negativa), devido à necessidade de recuperação fisiológica das plantas, o que reforça a importância de um manejo estratégico para reduzir os efeitos da bienalidade negativa.
Nesse contexto, a adoção de tecnologias modernas e práticas eficientes ao longo do ciclo produtivo é determinante para alcançar altos níveis de produtividade e qualidade. Para apoiar esse processo, a IHARA investe continuamente no desenvolvimento de soluções voltadas ao manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas.
Entre as principais ameaças está o bicho-mineiro, podendo provocar perdas significativas, que ultrapassam 50% em condições severas. Para combatê-lo, o inseticida MAXSAN apresenta ação sistêmica, protegendo a planta desde a raiz até as folhas. Já a broca-do-café, capaz de reduzir o peso dos grãos em até 20%, pode ser manejada com o uso do TERMINUS, que oferece ação rápida e efeito prolongado, contribuindo para a preservação do peso e da qualidade dos grãos.
Além das pragas, doenças como a ferrugem-do-cafeeiro seguem entre as principais preocupações, podendo comprometer a fotossíntese e a formação dos frutos. Outro desafio crescente é a mancha-de-phoma, especialmente em regiões de maior altitude, com impacto relevante durante a florada.
Para proteger o cafezal dessas doenças, o fungicida FUSÃO EC se destaca pela ação preventiva e rápida absorção, contribuindo também para o manejo de resistência. Já o SPIRIT SC reúne ação inseticida e fungicida em uma única solução, atuando contra diferentes ameaças ao longo do ciclo, como bicho-mineiro, ferrugem e cigarra-do-café.
O manejo integrado também inclui estratégias voltadas às plantas daninhas, que competem por água, luz e nutrientes, recursos essenciais para o desenvolvimento do cafeeiro. Nesse contexto, herbicidas como o FALCON atuam de forma pré-emergente, impedindo a emergência das invasoras e favorecendo o estabelecimento inicial da cultura.
“O controle eficiente é essencial para evitar perdas e as tecnologias são aliadas importantes nesse processo, contribuindo para uma produção mais uniforme e de qualidade”, reforça Silvatti.
Sobre a IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.

