Artista Joana Scharlé - créditos: divulgação
16-02-2026 às 09h14
Sérgio Moreira*
Joanna Scharlé é hoje um dos nomes reconhecidos internacionalmente no mercado da arte. De ascendência luxemburguesa, frequentou escolas europeias que priorizam formação artística – como Felsted, na Inglaterra; e Lausanne, na Suíça.
No Brasil, aperfeiçoou suas técnicas com Solange Botelho, discípula de Guignard, desenvolvendo habilidades em sombreamento e composição. Pós-graduada pela Escola Guignard, construiu uma linguagem visual própria.
A artista plástica brasileira e luxemburguesa Joanna Scharlé, conhecida no meio artístico como Scharlé, levou a sua criatividade artística em diversas exposições em museus, espaços culturais no Brasil e exterior.

A exposição de Joanna Scharlé no Palazzo Torquetti , no hotel celebra o encontro entre cultura e turismo em Belo Horizonte e destaca a força da arte mineira. A mostra integra a crescente movimentação cultural que vem fortalecendo o turismo em Belo Horizonte e em todo o Estado de Minas Gerais, ampliando o diálogo entre visitantes, moradores e a produção artística local.
O Palazzo Torquetti transforma-se, com a exposição , em um ponto de encontro entre as artes plásticas e a hospitalidade mineira. A iniciativa reforça a vocação de Belo Horizonte — e de Minas Gerais como um todo – como destinos que valorizam experiências culturais autênticas, capazes de enriquecer o olhar de quem visita a região.
Scharlé possui uma trajetória internacional marcada por estudos na Inglaterra, Suíça e Estados Unidos, além de pós-graduação em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard. Desde jovem, transitou por diversas linguagens – teatro, fotografia, canto, desenho, aquarela, escultura e pintura — construindo um repertório expressivo e plural.
A produção de Joanna reúne obras em óleo, acrílica, nanquim e escultura, sempre guiadas por uma investigação profunda das emoções humanas. Rostos distorcidos, olhares intensos e composições fragmentadas revelam uma poética marcada por influências do expressionismo, cubismo e surrealismo.
Entre suas referências, destacam-se Guignard, Picasso, Georges Braque e Murilo Rubião, que dialogam com sua busca por traduzir a complexidade do sentir.
Ao ocupar um espaço hoteleiro que recebe visitantes do Brasil e do mundo, a exposição contribui para a construção de uma experiência turística mais rica e sensível. Cada obra de arte convida o público – turistas e moradores – a refletir sobre o impacto emocional que as artes plásticas exerce em nós, fortalecendo a imagem de Minas Gerais como território criativo, acolhedor e culturalmente vibrante. O hotel está na avenida Rala Gabaglia 3700, em Belo Horizonte.
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Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 informações para sergio51moreira@bol.com.br

