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27-01-2026 às 09h44
Alberto Sena*
Antes de os Estados Unidos existirem desde 1776, a China de Xi Jinping já existia em 1250 a.C. e ao longo dos milênios adquiriu sabedoria suficiente para não se comportar como o presidente Trump, que mais se parece com um elefante em loja de louças.
Pelo que demonstrou, a China não dispara um tiro e com a sabedoria de um rio, sabe contornar os obstáculos, enquanto os EUA continuam atirando achando que essa maneira inadequada vai provar ser o mais forte.
Trump pode ser bom para ganhar dinheiro para servir a si mesmo. Ao longo do primeiro ano de seu segundo mandato (setembro de 2024 e início de 2026), a estimativa é de que o patrimônio dele cresceu cerca de US$ 3 bilhões (R$ 16 bilhões).
Forbes e análises de mercado creem: de janeiro de 2026, a fortuna do presidente saltou de US$ 4,3 bilhões para cerca de US$ 7,3 bilhões. Aumento de 70%.
Será que se Trump não estivesse presidente, a fortuna dele teria dado esse salto? A pergunta fica no ar à mercê de especulações. E há muita gente que acha: se ele não estivesse na presidência é possível que não faturasse tanto. Fortuna que o faz encher o peito e aumentar-lhe a prepotência.
Que há um impacto político e ético aí, não há como negar. O enriquecimento durante o exercício do cargo tem sido um dos temas que mais divisões causaram neste primeiro ano de “Trump 2.0”:
Enquanto isto os chineses seguem mansos, como um rio a contornar montanhas em vez de tentar derrubá-las. Se os EUA dificultam a compra de soja, eles buscam outros mercados, como o Brasil, por exemplo, o que é muito bom. Novos mercados são descobertos.
O impacto político do Trump nos EUA já se pode ver pelas redes sociais e noticiário de TV. As ruas das grandes cidades norte-americanas estão se enchendo de povo, que, para o seu próprio bem deve resolver essa questão provocativa de Trump.
Daqui da minha janela, com direito de intuir ideias e elucubrações, penso na possibilidade de Trump dar um golpe nos EUA e enrijecer ainda mais o seu governo, que, a essa altura é um regime ditatorial, senão nazista.

