Tadeuzinho, ex-prefeito de Capelinha - créditos: divulgação
29-11-2025 às 08h44
Samuel Arruda*
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Capelinha, ingressou com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito Tadeu Filipe Fernandes de Abreu, o Tadeuzinho, e dois ex-secretários municipais. A investigação aponta supostas irregularidades cometidas durante a gestão no Alto Vale do Jequitinhonha, que teriam causado prejuízo aos cofres públicos e violado princípios da administração.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Capelinha, ingressou com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito Tadeu Filipe Fernandes de Abreu, o Tadeuzinho, e dois ex-secretários municipais. A investigação aponta supostas irregularidades cometidas durante a gestão no Alto Vale do Jequitinhonha, que teriam causado prejuízo aos cofres públicos e violado princípios da administração.
De acordo com o MPMG, o ex-prefeito pode ser condenado ao pagamento de multa de R$ 200 mil, equivalente a dez vezes o salário que recebia à época dos fatos. O órgão também pede que ele seja proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais por quatro anos, conforme prevê a Lei de Improbidade Administrativa.
Para o ex-secretário Lourival Martins de Brito Filho, o Ministério Público solicita o ressarcimento de R$ 5.415,44 ao erário, além de multa no mesmo valor, suspensão dos direitos políticos por quatro anos e proibição de contratar com órgãos públicos por doze anos.
A ação inclui ainda um segundo ex-secretário, para o qual o MPMG requer sanções semelhantes, incluindo multa, ressarcimento e suspensão dos direitos políticos por até seis anos, dependendo do grau de participação atribuído aos atos investigados.
Somando todos os valores indicados na ação, o total de multas e ressarcimentos ultrapassa R$ 500 mil. Após o protocolo da ação, o caso segue para análise do Judiciário, que decidirá se as acusações serão recebidas e darão início ao processo. Em caso de condenação, os envolvidos ainda poderão recorrer da decisão. O órgão também pede que ele seja proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais por quatro anos, conforme prevê a Lei de Improbidade Administrativa.
Para o ex-secretário Lourival Martins de Brito Filho, o Ministério Público solicita o ressarcimento de R$ 5.415,44 ao erário, além de multa no mesmo valor, suspensão dos direitos políticos por quatro anos e proibição de contratar com órgãos públicos por doze anos.
A ação inclui ainda um segundo ex-secretário, para o qual o MPMG requer sanções semelhantes, incluindo multa, ressarcimento e suspensão dos direitos políticos por até seis anos, dependendo do grau de participação atribuído aos atos investigados.
Somando todos os valores indicados na ação, o total de multas e ressarcimentos ultrapassa R$ 500 mil. Após o protocolo da ação, o caso segue para análise do Judiciário, que decidirá se as acusações serão recebidas e darão início ao processo. Em caso de condenação, os envolvidos ainda poderão recorrer da decisão.
*Samuel Arruda é jornalista e articulista

